Arquivo da categoria: AUTOCONHECIMENTO

Isolamento social com atenção plena

O Estresse do Isolamento Social Reforça a Necessidade da
Atenção Plena.

Objetivamente, precisamos encarar o fato de que o isolamento social se torna um grande desafio entre nós; tende a inaugurar uma nova consciência de massa frente a uma Nova Era que promete, ironicamente, a União. Há muitos indícios disso e a pandemia chega a tirar o ar, literalmente. Como precisamos ampliar em muito o convívio harmonioso com todas as diferenças mundo a fora, um vírus mortal nos motiva e traz para dentro de casa a amostra de quão grande está o desafio.

O estresse da coexistência pelo isolamento é inevitável, porque os motivos que o gera até podem parecer outros, mas, na verdade, são os mesmos: ego centrado e emoções infantis, com o agravante de que, agora, a indústria de entretenimento e afins estão fechadas. As farmácias e supermercados dão uma salvaguarda, também a internet, as “lives”, as redes sociais, as bibliotecas e namoros virtuais. A casa está limpa como nunca se viu e os armários arrumados e reajustados. Há o que fazer, mas parece que nada satisfaz efetivamente.   

Ou seja, o estresse do isolamento gera colapso também sobre os prazeres da vida que são, paradoxalmente, promotores de estresse pela sua própria natureza de insatisfação: um desejo satisfeito resulta em um novo instantaneamente. Sem satisfação, para onde vai toda essa energia produzida pelo estresse?

Individualmente, faz comer mais, favorecendo ou o sal, caso a racionalidade seja o perfil, ou o açúcar, quando as carências emocionais estão à flor da pele. Externamente, recai junto a todas as pessoas presentes que se encontram em situação semelhante.

Trata-se de um importante exercício em compreender que cada um de nós é o outro, apenas em proporções e tempos diferentes. Temos a oportunidade de observar determinadas demandas pessoais como um aspecto positivo da experiência no convívio “forçado”. Podemos usar da atenção plena e aplicar boa parte da energia excessiva do estresse sobre nós mesmos e de forma positiva, ou seja, transformando-nos ao invés de nos tornarmos obesos ou chatos.

O Isolamento

Os dias iniciais lembram muito a pausa das férias em família com “home office”, inclusive. Essa é a fase em que os estímulos internos habituais ainda acionam nível alto no sangue do estresse corriqueiro. Embora tudo em volta esteja anormal, no fundo do ser muitos ainda negam, fantasiam, superestimam a si mesmos, brincam.

Segue-se a robotização, apenas numa atmosfera diferente.

Uma segunda fase é quando o estresse viciado perdeu a força; a ficha caiu e realmente estamos sob ordem moral e ética do isolamento. Surge aquele desânimo, tristeza, espécie de vazio, de falta do que fazer.  

Essa baixa, no entanto, é enganosa. Igualmente ao dependente químico, traz aos poucos pensamentos de pré-ocupação.

Entra a terceira fase e a agitação da mente é retomada. O corpo exige ir e vir, precisa se movimentar, ter mais espaço; a forte energia por atividade suplica a tal liberdade. Passado e futuro passam a reger o fluxo dos pensamentos. Preocupações antigas e criação de tantas novas viram dramaturgias, pois, imediatamente, todas são conectadas ao banco da memória emocional. Então, o organismo em totalidade responde à agitação. Surgem ou intensificam insônias, ansiedade explode, medo cresce, solidão se aprofunda, raiva jorra por meio de julgamentos e excessivas críticas: queremos um culpado da nossa própria desgraça.

Hora da Atenção Plena

Atenção Plena ou “mindfulness” é uma técnica milenar de origem budista que nos permite treinar o estado presente e a maravilha de simplesmente desligar a ruminação mental. Não é milagre. Atenção Plena é um treinamento que desenvolve a consciência; torna-a capaz de enxergar as reações automáticas e, assim, ajustá-las para que novas ações melhoradas ou mais apropriadas explorem a um bom convívio coletivo.

Atenção Plena chegou no Ocidente na década de 70 e se tornou um movimento mundial. Hoje nos EUA virou protocolo político-social em escolas e presídios. Por conter aspectos filosóficos embutidos que derrubariam o sistema disfuncional existente, verdadeiramente poderia ser uma técnica revolucionária. Mas, por aqui escolhemos ficar somente com um básico treinamento de concentração, o que torna possível realiza-lo no cotidiano de nossas vidas, usufruindo dos resultados nesse nível.  

Para treinar o estado presente, manter a mente mais concentrada e reverdecer a memória de curto prazo, inicie atenção sobre romper hábitos danosos e criar novos saudáveis. Isso não ocorre de imediato porque se age sobre a mente que é sutil e volátil, diferente do cérebro que é físico e determinado, como um músculo.

Exercite:    

– Beber mais água para urinar mais: provocar a dupla de rins ajuda emocionalmente a aliviar o sentimento de solidão.

– Comer mais fibras para gerar saciação prolongada: barriga cheia age como calmante porque há muito o que digerir, usando de analogia para refletir, pensar a respeito, imaginar possibilidades. A produção de mais bolo fecal e sua posterior eliminação facilitada pelas fibras, libera maior dose de serotonina, hormônio de prazer, o que ajuda a bons pensamentos.

– Mastigar devagar e levar atenção sobre a movimentação da língua enquanto tritura os alimentos dentro da boca. Aprofunde a percepção dos diversos sabores. Evite conversas longas e problemáticas durante a alimentação. Só coma quando realmente sentir fome, evitando sobrecarregar o sistema digestivo que afeta negativa e indiretamente o sistema imunológico, além de outras compensações negativas junto a demais órgãos.  

– Tocar o próprio corpo ainda molhado, logo após o banho. Use de tapinhas por todo ele, da ponta da cabeça ao dedão do pé, curtas e rápidas, repetidas vezes. Essa ação provoca a bioeletricidade química, liberando oxitocina que força a diminuição dos hormônios do estresse.

– Respirar profunda e lentamente, várias vezes ao dia, com duração mínima de 3´30¨. Mas deve inspirar ao mesmo tempo em que infla a barriga. Deve também gastar mais tempo exalando do que inalando. É excelente para fumantes e idosos, já que amplia a capacidade pulmonar e, emocionalmente, aumenta a interação entre os meios externo e interno. Acalma por atuar no sistema nervoso parassimpático e sobre o instinto de sociabilidade, aliviando-o. 

– Levar sua atenção aos pés; descobrir que usa sempre da mesma forma ao descansá-los quando sentado numa cadeira durante o almoço, por exemplo. Mude imediatamente a posição deles, das pernas, e continue prestando atenção a cada situação semelhante, a fim de alterar o que se encontra automatizado. Isso cria novas sinapses.  

Essas são algumas pequenas amostras da facilidade com que podemos treinar a Atenção Plena. A partir delas torna-se possível entender o processo e acionar diversas outras: quando escova os dentes, na forma como está assistindo TV, mexendo no computador ou teclando no smartphone, na forma como se expressa, gesticula e etc. O dia-a-dia está cheio de tensão, de constipação, de maus hábitos. Vivemos enferrujados!

Atenção Plena não é autopoliciamento; não se trata de certo ou errado, mas sim daquilo que nos torna pessoas melhores pelo simples fato de sabermos como estamos e nos posicionamos no mundo; traz a mente para o momento presente onde tudo de fato pode ser feito com mais cuidado e respeito por si e pelo próximo. É uma técnica que imprime a coesão, a não violência, a integridade e o amor. Sua prática contínua desinfla o ego, o remaneja do centro e suspende os dramas da vida.    

Te amo! Lave as mãos com sabão e #ficaemcasa.

Que todos tenham paz e que todos possam ser felizes.

ANO DE 2020: GRANDE MUTAÇAO

O ANO DE 2020 ASTROLÓGICO OFERECE A GRANDE MUTAÇÃO.

Planetas: “Bem juntinhos nos tornamos muito fortes!!”.

Numa conjunção com os mesmos dois
planetas lentos e sociais que mudarão de elemento,
os próximos 200 anos serão de alterações
radicais na vida sobre o planeta.

Greta Thunberg, a ativista “pirralha do ano”, vem exibindo toda sua autoridade capricorniana que elabora boa dose de maturidade emocional. Astrólogos na Internet escrevem que além do Sol, Greta foi agraciada também com a Lua no mesmo signo. Greta, assim, é a própria representante do “Cristo Salvador”, símbolo associado ao signo que já nasce velho, vagaroso e perseverante num caminho bem planejado. Capricórnio não é dado aos meros prazeres mundanos. Capricórnio é contundente.

A Astrologia nos revela o motivo de tamanho engajamento e dimensão mundial que Greta alcançou ao defender brilhantemente a sobrevida humana no planeta.   

A coisa começa em 2017, quando Saturno inicia seu grande ciclo de 36 anos. Planeta regente natural de Capricórnio, Saturno inicia o ciclo no seu próprio subordinado. Com uma órbita lenta, passeia pelos signos e encontra outros planetas pelo caminho. Aproximou-se de Plutão em 2018 que também está em Capricórnio desde 2008 e fica até 2023.

Foi em 2018 que Greta saiu da sala da aula e foi para as ruas: “queremos mudanças: como se atrevem?!!”, palavras plutônicas expressas por uma dupla saturnina.

Em dezembro de agora, 2019, Saturno – e Plutão – encontrou o expansivo Júpiter. Novamente Greta, “a pirralha sueca estressada”, recebeu holofotes e foi eleita a “Personalidade do Ano” pela revista norte americana “Time”, ainda que os Estados Unidos do Trump nem acreditem em mudanças climáticas.

Os efeitos dessas “conjunções” e num mesmo signo – neste caso, Capricórnio – reverberam em toda forma de vida na Terra, incluindo ela própria que também é um organismo. Conjunções intensificam os fluxos energéticos e com a presença de Júpiter não há discriminação daquilo que deve ou não se expandir. O catalizador desse fluxo passa a ser Saturno, “Senhor do Tempo”, pai de Júpiter, por ser o regente do ciclo maior de 36 anos iniciado em 2017.

Isso significa que delimitações, integridade, responsabilidade, planejamento, mudanças, política, instituições, estruturas sociais e geográficas, além dos recursos naturais são itens que criam narrativas, consequências e contestações cada vez mais populosas. Saturno, o pai severo; Júpiter, o pai bonzinho e dito como “Governante da Terra”; Plutão, a morte daquilo que não serve mais, não estão de brincadeira e quem tenta dar manutenção será derrubado.

Mas ainda falta um planeta se unir ao trio e será ele a oferecer a faísca derradeira. Daqui a três meses, exatamente dia 20 de março de 2020, inicia o Ano Novo Astrológico com a entrada do Sol no signo de Áries. Nesta ocasião, o planeta Marte, regente de Áries, também estará em Capricórnio somando-se a conjunção já existente. Áries é a chama e seu regente, Marte, é o Deus da Guerra. Bum!!!

Grande Mutação: início da Nova Era

Ainda que a arrancada do ano novo astrológico esteja sobrecarregada com fortes energias representadas por três planetas sociais e um pessoal (Marte), o mais grandioso evento ainda estar por vir.

observe como são parecidos; invertidos.

Em 21 de dezembro de 2020, a Astrologia Mundial vai chamar de “Grande Mutação”, uma de suas técnicas mais importantes, que consiste em tratar dos dez ciclos formados entre os cincos planetas mais lentos.

O ciclo que acontece nesta data é o de “Saturno-Júpiter” que muda completamente de padrão elemental ao sair de Capricórnio, elemento terra, e entrar no signo de Aquário, elemento AR. O tempero frequencial deixa de ser a austeridade e, no seu lugar, questionamentos e argumentações para um trabalho realmente coletivo e abrangente por todas as camadas sociais.   

A Astrologia classifica os signos por “triplicidade, correspondendo aos quatro elementos da natureza: água, terra, fogo, ar. Os elementos tratam da forma como percebermos as coisas com determinados temperamentos.

Sob o temperamento “terra”, o materialismo prevalece, assim como segurança, estrutura, praticidade, organização e autoritarismo.  Desde 1842 foram nove ciclos seguidos de conjunção “Saturno-Júpiter” em signos do elemento terra.

Mas em dezembro de 2020 inicia-se uma nova fase que dura dois séculos e apresenta nove conjunções Saturno-Júpiter no elemento Ar. Ao contrário do materialismo exacerbado e violento, poderemos desenvolver a cooperação coletiva com a consciência de fazermos parte de uma mesma raça, a humana: nem hinos, nem pátrias, somos todos do mundo.

E Greta chama a todos para uma luta que não se utiliza de armas pois não se deseja a guerra. O tempo é de inteligência e sabedoria para lidar verdadeiramente com a ignorância, a imaturidade emocional e o conservadorismo tosco e egoísta.

Estejamos atentos e fortes; com os pés quentes e a cabeça fria para refletirmos melhor
com outros antes de agirmos, e agirmos de forma certeira.

A conjunção Saturno-Júpiter firmada em exatos graus no dia 21 de dezembro junto ao signo de Aquário com seu elemento Ar, faz jus a chegada da “Nova Era”. Favorece que passemos a enxergar o avanço tecnológico e as redes sociais com suas sombras nefastas, em objetos que favoreçam nossa organização, pesquisas autênticas e ações bem ensaiadas. É preciso reverter a superficialidade em algo mais profundo, virando o jogo de manipulados para manipuladores. Só o intelecto faz isso por meio do conhecimento e do amor.

O assunto é sério. O dever de casa é puxado. Se você constituiu família, mais ainda irá sentir os efeitos do novo ciclo Saturno-Júpiter no elemento Ar que exige a luta.

Boa sorte para nós!   

E RESPIRE!!!

Respire!!!

 Gurus exaltam as virtudes da respiração consciente.

– os devotos dizem que a prática ajuda a lidar com ansiedade, dependência, estresse e outros problemas de saúde.

(matéria copiado de “The Guardian” – 21 set 2019 – Tradução: Google – Revisão: Stupa Lima. Link no final da matéria)

Pode ser difícil recuperar o fôlego em sociedades em ritmo acelerado, inundadas de alimentos não saudáveis ​​e cheias de poluição.

Portanto, não é de admirar que um número crescente de pessoas esteja participando de oficinas de respiração consciente, nas quais você inspira e expira repetidamente profundamente por até 90 minutos para ajudar a lidar com a ansiedade, dependência, estresse e uma série de problemas de saúde.

Em todo o Reino Unido, há um número crescente de workshops e eventos em estúdios, escritórios corporativos, museu de história natural e até parlamento, onde parlamentares e colegas aprendem técnicas de respiração durante as aulas de Yoga.

O NHS também promove exercícios respiratórios para reduzir o estresse, e influenciadores do bem-estar, como Wim Hof, Russell Brand e Fearne Cotton, elogiaram as recompensas da prática.

“A respiração consciente e conectada está alcançando o mundo”, diz Geert De Vleminck, presidente da International Breathwork Foundation. “As pessoas estão sempre buscando encontrar felicidade, alegria, amor verdadeiro e serem saudáveis.”

Ele explica que muitas pessoas problemáticas não conseguem resolver seus problemas e, em vez disso, se ocupam com drogas, álcool, sexo, jogos de azar, televisão, compras e beleza superficial.

https://i.guim.co.uk/img/media/5326eba626078cbaa8d00e7734dfed8fe7dbed79/707_1395_790_474/master/790.jpg?width=460&quality=85&auto=format&fit=max&s=90a865960adca004a23ccfc83c22d34b

Mas a respiração pode ser transformadora, afirma De Vleminck, descrevendo como ele estava tomando antidepressivos e não conseguia dormir à noite até começar a respirar consciente. “Ele liberou muitos traumas do passado e me libertou novamente.”

O Guardian participou recentemente de um workshop sobre respiração em Londres, com a presença de um grupo de homens que se recuperavam de uma variedade de vícios graves.

Eles uivaram e gemeram enquanto respiravam continuamente de boca aberta, deitados de costas, antes de relatar experiências de intensa catarse, a liberação de memórias reprimidas e um subsequente profundo senso de calma e conectividade, além de tontura.

“Conhecemos os benefícios da respiração consciente, atenção plena e meditação há muito tempo, mas não os implementamos”, diz Hannah Goodman, fundadora da Grounded Life, que realizou a sessão.

“Níveis de problemas de saúde mental, aumento do uso de medicamentos como antidepressivos, absentismo no trabalho devido a sintomas relacionados ao estresse e taxas crescentes de suicídio são evidências de que nosso relacionamento atual para lidar com trauma ou estresse não está funcionando”.

Goodman treinou como facilitador da respiração quatro anos atrás, período durante o qual o número de pessoas qualificadas como gurus da respiração começou a “crescer”.

“A respiração está finalmente começando a ocupar o centro do palco, é afinal o centro de nós e o motivo de estarmos aqui”, diz ela. “Estou muito feliz por fazer parte desse movimento crescente”.

Liderando a onda de popularidade está Richie Bostock, também conhecido como “The Breath Guy”. Ele realiza regularmente sessões esgotadas para até 100 pessoas em locais como o Ministry of Sound, no sul de Londres.

“Está absolutamente explodido”, diz ele. “Vou ensinar em 19 festivais este ano. Eu ensinei no horário de verão britânico no mês passado e 2.000 pessoas estavam deitadas fazendo técnicas de respiração.

“Está se tornando uma coisa muito grande, porque é muito simples. Você pode se sentir tão bem apenas respirando.

Ele afirma que pessoas com insônia participaram de apenas uma de suas sessões e dormiram seis horas naquela noite.

“É quase bom demais para ser verdade”, ele admite. “Mas eu não conheci uma pessoa que saiu de uma aula e disse que não entende. Tenho tantos clientes que se sentem prontos para diminuir os medicamentos anti-ansiedade em questão de semanas. ”

A respiração acelerada e profunda, também conhecida como respiração holotrópica, foi descrita como uma maneira de “ficar chapado sem drogas”, com pesquisas que descobriram que o ritmo da respiração modula a atividade neural em uma rede de áreas cerebrais envolvidas no cheiro, memória e emoções.

Emma Seppälä, psicóloga que ocupa cargos nas universidades de Yale e Stanford, diz que estudos descobriram que as práticas respiratórias podem aumentar significativamente o bem-estar enquanto diminuem a ansiedade e o trauma.

“Ao mudar sua respiração, você pode ativar o sistema nervoso parassimpático ‘descansar e digerir’ – o oposto da resposta ‘lutar ou fugir’. Seu corpo se acalma. Como consequência, você relaxa e se sente melhor. ”

“A pesquisa mostra que emoções e respiração estão intimamente ligadas, cada emoção tem um padrão específico de respiração que o acompanha”, diz ela.

………………………………..

https://www.theguardian.com/lifeandstyle/2019/sep/21/and-breathe-gurus-extol-the-virtues-of-conscious-respiration?CMP=fb_gu&utm_medium=Social&utm_source=Facebook&fbclid=IwAR00bYZXafWrWRenyb0gc78BSIR1s_tbDnh_0l2rcFhMtfp0eFG_qKxGI5Y#Echobox=1569082447

Sol em leão

Sol em Leão: calor a flor da pele!

Bendito sejam todos os leoninos que emanam o calor frenético da estrela Sol.

Brilhar é o objetivo de ambos e mesmo de qualquer outro signo do Zodíaco que existe por meio do Sol. Porém, é no sinal de Leão que se aplica o refinamento sobre a arte de ser; nem isto ou aquilo, apenas “Ser” em sua natureza que muito tem daquilo que uma boa parcela da humanidade chama de “espiritual”.

O poder de Atman

O discurso de que leoninos são egocêntricos surge por esta razão, sendo um incômodo que jamais existe neles próprios pois intimamente reconhecem. São os outros que produzem neles mesmos a indisposição relacionada ao centrado Leão, o único signo regido pela estrela central do Sistema Solar☀️.

Portanto, seria bom, tal como age os leoninos, que os demais signos resolvessem suas próprias questões relacionadas a organização, disciplina, afeto e criatividade no âmbito do autoconhecimento. Cada qual deve cumprir suas ações mais autênticas, naturais, como aquelas referenciadas pelos arquétipos fornecidos pela Astrologia, por exemplo.

Astrologia é uma maravilhosa ferramenta para o autoconhecimento.

Aquele novelo de lã que parece ser o Mapa Astrológico, aos poucos em uma única linha se transforma.

A correlação que se faz do Mr Ego como uma espécie de apoteose no signo de Leão, além de meme, sua origem vem do conhecimento equivocado sobre as teorias e práticas que desenham a estrutura psíquica do ser humano, sejam elas orientais ou ocidentais.

Sigmund Freud foi quem deu nome aos bois. Chamou de Ego (em alemão ich, “eu”), a entidade psíquica que em conjunto com outas duas, “Id” e “Superego”, age na calada da mente consciente e inconsciente. É na combinação destas três membranas psíquicas permeáveis que vivenciamos e estabelecemos relacionamentos; temos a oportunidade de produzir o estado de felicidade, base de todos os desejos de qualquer humano.

No Tantra (Biopsicologia), o Ego é chamado de “Ahamkara” (“eu que faz”) e tratado como o representante oficial da consciência; é a figura-chave de interação que se utiliza dos órgãos dos sentidos a fim de satisfazer desejos e produzir felicidade. Por isso mesmo, o Ego acaba por também ser um mecanismo de defesa, de autodefesa, diante de tudo aquilo que poderá trazer dor e sofrimento, o oposto de felicidade. Mas ainda assim, os desejos são objetos com muita energia, força; é poço sem fundo. Logo, angústias, medos e ansiedade sinalizam o tamanho da muralha que foi erguida para se evitar os negativos da vida.

Através dos mecanismos de defesa elaborados pelo Ego e seus parceiros inseparáveis, e o quanto estão estruturados em certezas ou verdades absolutas, personalidades frágeis, inflexíveis ou cristalizadas serão exibidas. Isso prejudica infinitamente todo potencial reservado para o devido brilho pessoal, o que leva a se apontar o dedo para fora e surgirem julgamentos de certo e errado.

Impulsos de autodefesa exacerbados cegam e expressam discursos abusivos, controladores, julgadores, ignorantes e até tiranos, sempre com a intenção de reduzir o outro ao próprio tamanho de quem o enxerga: mediano; medíocre. E ainda que Leão possa ser aquele que nutri a consciência, não está fora desse jogo dual.

Por esse aspecto tão emocional – e infantilizado – o Ego está muito mais para os fatores que a Lua rege (as emoções) do que os do Sol. Nossa estrela seria aquilo que o fundador da psicologia analítica, Carl Jung, ele próprio leonino, chamou de “Self”. A biopsicologia (Tantra) chama de “Atman” (“Si Mesmo”), algo como o clamor espiritual que, inclusive, a prática do Yoga revela.

Por analogia, seria como um aquecedor com toda sua estrutura pronta para funcionar, neste caso, Id, Ego e Superego. Ao ser ligado na energia, ou seja, quando o indivíduo é exteriorizado, parido, o calor que emite é o Self que agirá para que a pessoa se mantenha integrada, impulsionando a realização de sua totalidade e individualidade, uma vez que não são duas coisas separadas.

Aprender a controlar o vendaval da mente torna possível gerenciar a relação com o mundo (Ego; Lua; emoções) com mais harmonia e coerência, qualidades não supridas externamente pela sociedade. Desta forma, o Self, Atman, emerge em seu calor e revela encantamento e graça. Mas nem por isso a vida é feita só de alegrias e toda essa baboseira de “pensamento positivo”. É através da sombra e da luz que podemos ver o filme que passa.     

O Ego pode de fato nos levar para o alto da montanha e lá permanecermos sozinhos. Mas sob o calor do Self, a natureza real, a pessoa não se sentirá sozinha.

Viva Leão!! Haja Luz!

Stupa Lima (signo de Leão!)

Viva julho!! (2019)

Viva JULHO!!! O mês chega e nos brinda com o Sol e a Lua brincando diferente de esconde-esconde.  

Serão dois eclipses, solar e lunar, que ocorrem acompanhando a floração da Lua, na nova e na cheia.

Ainda mais espetacular é o fato de que esses eventos ocorrem sobre sinais astrológicos que ecoam em questões fundamentais da qualidade humana: emoções e autoexpressão.

Câncer e Capricórnio são estes sinais, respectivamente, signos que traduzem a digestão e a exteriorização emocional na psique.

Câncer nos leva a um mergulho na nossa intimidade emocional, enquanto Capricórnio a exterioriza impessoalmente e se aproveita das condições submersas ou inconscientes.  

Dia 2 foi a vez do eclipse Solar total e a Lua que fez sombra à Terra estava nova no signo de Câncer. Lua Nova age como um reset e por se tratar do emocional, o antivírus eclipse passou varrendo cada compartimento, a fim de encontrar aquele incômodo soterrado e de cunha familiar, até mesmo ancestral.

Se encontrado algum, ou seja, tomando-se consciência e enfrentando o caso, dia 16 sob a Lua Cheia em Capricórnio, o eclipse Lunar eliminará de vez o arquivo infectado, revelando uma autoexpressão mais genuína.

Passa rápido, é verdade. Já estamos na metade do ano gregoriano. Mas a rapidez é só uma sensação movida por ansiedade e medo do futuro. Até porque, o tempo não está passando mais rápido. Na verdade, segundo a ciência, a cada século nossos dias se tornam 1,7 milissegundo mais longos.

Assim, quando se trata de mágoas, ressentimentos, raiva, ódio, que são emoções que sugam nossa energia vital, bom seria para muitos que Julho passasse voando, ainda que ofereça imensa possibilidade de limpeza e cura ao ativar as batalhas que podem e devem ser enfrentadas em nome da paz de espírito. 

Não é para ser fácil, mas estimulante o momento astral.

Somos, existimos, sabemos que vamos morrer. Nossas decisões permeiam sobre o frágil e as consequências, sejam elas boas ou ruins, partem de nós: somos nós os agentes e não há a quem julgar, recorrer ou colocar a culpa. Diferentes dos chipanzés, reconhecemos passado e desejamos o futuro: o tempo nos pertence para que façamos o melhor uso possível dele, dentro da perspectiva evolutiva da raça humana.

No ambiente mamífero-humano a consciência pede desenvolvimento pelo exercício da reflexão e assunção como agente que somos da totalidade das experiências. Julgar o outro, controla-lo, seria o oposto deste preceito transcendental no ser humano.

Reconhecer que nossas feridas existem e que muitas não são pessoais já que ecoam de muito antes por meio do próprio genoma, é um passo importante sob a inteligência emocional e sob a qualidade como pessoa. 

Até o dia 23 os dias estarão aguados e com o inverno por aqui que oferece natural recolhimento, fugir de si mesmo não se terá muita chance.

Mas aí surge o inusitado impulso de Marte envolvendo Júpiter: ação com expansão a partir de qualquer cura gerada no período anterior. E seguimos, com o Sol em Leão, seu filho querido, que com toda garra numa parceria com Urano a partir de 29 de julho, lança perspectiva iluminada sobre a vida: criar é uma arte onde frustrações e encantamentos são experiências compostas.

Esteja com coragem. Em caso de ondas, surfe!!!

quem te irrita, te domina.

Post original: https://lamenteesmaravillosa.com/quien-te-enfada-te-domina/ (tradução: Google – correções: Stupa Lima)

“Quem te deixa com raiva, domina você”. Pense nisso, ou não é verdade? Quando algo não aconteceu como nós queríamos ou alguém não respondeu como esperado, quando incomodados com o comportamento de uma pessoa, o que é dito somente expressa o que sentimos, por meio de expressões do tipo: “você me deixou com raiva”, “você me causou danos”, “você me irritou …”.

Se pararmos para pensar sobre isso e decidirmos aprofundar a tradução dessas nossas mensagens, torna-se algo como “você é o culpado de como eu me sinto”, “você é responsável por eu estar assim” ou ” você me machuca”. Ou seja: estou errado por sua causa!

Não conceda poder sobre si mesmo aos outros.

Se alguém nos irrita é porque temos dado permissão para fazê-lo. Porque, na realidade, quando alguém nos irrita, o que ressoa internamente dentro de nós é “o que você pensa sobre mim é mais importante do que eu penso sobre mim mesmo”. Pense nisso.

Nestes casos, trata-se da responsabilidade de como nos sentimos e como nos dirigimos para os outros, isto é, para o exterior. Então, ao depender dos outros, é assim que nos encontraremos.

Acontece que em vez de nos encarregarmos de nossas emoções e sentimentos, de nos voltarmos para dentro e assumirmos responsabilidade pelo que sentimos, damos poder ou consentimento aos outros. Porque ninguém te deixa com raiva sem o seu consentimento, ou deixa?

É verdade que assumir todo o peso que acarreta aborrecimentos ou que os aborrecimentos são coisas complicadas e que custa… e mais, se estamos acostumados a colocar nosso foco fora, ainda é mais fácil culpar o parceiro de ser aquele que tenta lidar com a nossa raiva do que nós mesmos… Mas, desta forma, nunca nos conectaremos com o nosso interior.

Se não aceitarmos o presente, ele permanecerá como o da outra pessoa.

Às vezes jogar bolas fora ou culpar os outros pela forma como nos sentimos acontece porque somos movidos pelo nosso ego. Este elemento psíquico consiste em nos fazer identificar com o que temos, fazemos e como estes elementos nos valorizam.

Uma vez que nos afastamos do ego e o deixamos estacionado, começamos a assumir mais responsabilidade por nossos pensamentos, comportamento e por nossas emoções, e ninguém pode nos ferir; porque consideramos que o que somos é muito além dos bens materiais, de nossas ações ou da opinião dos outros.

Para isso, podemos nos ajudar a pensar que quando alguém nos insulta ou faz algo de que não gostamos, é como se ele estivesse nos oferecendo um presente. Se não o aceitarmos, o presente permanecerá da pessoa, enquanto que se o aceitarmos, vamos buscá-lo. Em última análise, a decisão será nossa.

Assim, insultos, provocações ou mesmo ações de outros são como aqueles presentes que escolhemos aceitar ou não; por isso não podemos culpar ninguém pela decisão tomada, só podemos assumir a responsabilidade pela nossa atitude, pela nossa escolha.

Nós não podemos mudar os outros, mas a nossa atitude

Temos que ter em mente que o choque de expectativas que formamos com a realidade também pode ser um gatilho para nossos aborrecimentos, porque as coisas não saíram como imaginávamos.

Não podemos controlar as circunstâncias ou as pessoas, mas podemos controlar nossa resposta. Então, não podemos mudar o que alguém diz sobre nós ou o que eles fazem nos incomoda. Mas é claro que podemos mudar a atitude com a qual encaramos a vida.

A responsabilidade assusta, mas é o que nos permite ser donos da nossa vida. Reconhecer nossas emoções e sentimentos tomando conta deles, dá-nos a liberdade de reconhecer e escolher nossa atitude para com a vida.

“Reconhecer que “eu sou aquele que escolhe e que “eu sou aquele que determina o valor que uma experiência tem para mim” é algo que enriquece, mas também assusta”. -Carl Rogers-

deep yoga

A massificação da prática do Yoga acontece atualmente na sociedade Ocidental – a Meditação também, como prática isolada – e obrigado ao devido aprofundamento. Ambas modalidades enquadradas no projeto “qualidade de vida” assumem papel até mesmo na educação: adentram no ensino fundamental e dão voz a inclusão e criação de estratégias para um sistema de ensino mais eficaz. Yoga e Meditação também inspiram pesquisas na área da neurociência e ajudam a esclarecer a física quântica.

O foco está em agirem sobre a emoção e ser esse o fator reconhecidamente preponderante para bons resultados tanto no aprendizado, como no autodesenvolvimento e na saúde. Yoga e Meditação favorecem uma educação humanizada e integrativa.

os muitos cursos de formação no Ocidente.

Pessoas brilham no Ocidente utilizando o Yoga. Várias delas se unem, formam grupos, escolas, cursos, associações em defesa de um “yoga com qualidade”. Esses e demais iniciados são a linha de frente que levam tais práticas ao populismo. O exótico se adapta ao Ocidente e nós ocidentais a ele, gerando crescimento multicultural magnífico claramente observado.

Desse ponto em diante, o Ocidente se vê com os mais diversos cursos de formação ou de aprofundamento no Yoga e as mais diversas novas modalidades de meditação.

O fato é que o mesmo yoga que se concentrou no físico durante anos da prática ocidentalizada, esticando bem o corpo ao ponto de exibir ásanas maravilhosos tendo o Monte Kalaish como paisagem de fundo, também agiu sobre a mente e a flexibilizou em igual dimensão ou até mais! Novos conteúdos proliferaram e muitos pré-existentes foram de vez banidos. O espaço para um aprofundamento é então criado e objetiva que emerja o questionamento sobre “Eu Sou Quem?”, algo que a prática da meditação sozinha também oferece.    

Há sempre o risco de o popular corromper o tradicional, basta ver a legião de “coachs”, terapeutas holísticos e falsos gurus. Embora possa haver alguns equívocos nessas autoafirmações, ainda é o autoconhecimento que brilha no cartaz. O autoconhecimento está em voga!

O que impulsiona o aumento no interesse pelo tema é o mal que sempre afligiu a humanidade e enche os consultórios médicos até hoje: o vazio existencial que as emoções nunca preenchem de fato, mas esclarecem onde residem os valores a regerem nossos pensamentos e atitudes, o que pode interferir negativamente no bem-estar. Há clara confusão sobre “necessário & suficiente”, “paz & amor”, “indivíduo & respeito”. Com a ausência do discernimento promovido pelo alvoroço do ambiente emocional e o fluxo incessante de desejos, aumenta o sentimento de medo por onde o vazio existencial acontece e uma avalanche de consequências físicas sucede.  

Yoga e Meditação, métodos de autoconhecimento que são pura ambrosia, rompem padrões emocionais negativos, desintegram vícios, retiram compulsões; ao tempo é dada a relatividade. Flui a educação também interior por onde o que seja espírito, melhor lida com o denso sistema cérebro-espinhal.

A vida para essas práticas ancestrais é inclusiva, diversificada, abundante e feliz. Toda emoção gerada deveria revelar tais sentimentos que contém beleza e luz.    Mantenhamos a brava luta. Mantenhamos a prática.

A Prática do yoga

PRÁTICA DO YOGA: depois do plantio, a incerta germinação.

Praticar Yoga é realmente uma delícia! Os depoimentos quase sempre estão adornados e intensos. Através do Yoga, fontes hormonais de prazer são ativadas e essas marolas de alegria marcam o início da primeira fase com práticas regulares.

A segunda fase é a própria continuidade. Além das marolas hormonais, religião, doutrina ou filosofia, o Yoga reside na categoria de método prático e objetivo que serve ao desenvolvimento da consciência. Sob esse determinado objetivo, a pessoa que pratica o Yoga é transportada para um vasto oceano de entrega, compreensão, aceitação e gratidão. Isso exigirá profundidade junto ao método completo, com avanço suficiente que se alcance questionar a própria autoidentidade.

Neste caso, as marolas podem ceder a ondas gigantescas, trazer temporais aterrorizantes, emergir monstros assustadores. São os condicionamentos indesejáveis, os hábitos nada saudáveis e os valores éticos em prova.

Como ninguém conhece o fim da história e ainda que toda semente se autogermine, o que foi plantada precisa sincronizar com diversos fatores para que o romper a terra e em árvore se transforme, reúna todas as forças necessárias para este fim. Isso significa que a continuidade com o Yoga está nas condições em que se darão os primeiros conflitos.

O corpo que libera as tensões e tantas outras informações encravadas nas camadas mais densas do organismo, precisa lidar com a mente que se encontra enraizada em determinado molde personal.

Práticas do Yoga podem ser fáceis para uns e difíceis para outros, onde se deve elevar o favorável tanto quanto os desafios.  

Se a mente não compreender a expansão proporcionada pelo corpo, jamais compreenderá a abundância da vida.

Criar, manter, a fim de transformar equivale a própria trindade Hindu: Brahma, Vishnu e Shiva, respectivamente. São esses Deuses que implementam a ideia de continuidade, onde cada nova vida é uma resposta a esse processo vivenciado outrora.  

A fase III do Yoga, fase Shiva, Deus da Transformação, tempo, estudos e disciplina serão instrumentos imprescindíveis.

O Yoga prático e objetivo precisa envolver por completo a vida da pessoa. É por meio da vida que cultivamos a semente, nutrimos a terra, regamos a planta, para que lá na frente o fruto intangível da felicidade plena venha a ser colhido.

Há quem diga que dois, três, cindo anos de prática, e os mesmos demónios continuam presentes. Isso acontece por diversos motivos. Talvez a semente esteja em terra errada; talvez a profundidade na terra tenha sido mal projetada, fundo ou raso demais; talvez o método de plantio esteja inadequado ou talvez o próprio sistema tenha sido mal orientado.

Yoga é união, sincronia, sintonia, ritmo. Antes de se mirar no músculo ou na razão, sentir qual música o coração emana é o que mais importa.  

Sentir e dar atenção ao sentimento nutri vontade na continuidade e aprofundamento no maravilhoso Yoga da humanidade.

Yoga da mente – GRUPO ESTUDOS – início 13 abril

Estudos e Práticas Meditativas.

Yoga da Mente – Grupo de Estudos – pretende apresentar temas filosóficos que envolvem o Yoga e praticar técnicas de meditação.
Os temas rastreiam a metafísica e agem sobre a reflexão do que é apresentado. Trata-se de AUTOCONHECIMENTO.

O Que Sou Eu?  

Yoga da Mente é ontológico. Fala do Ser enquanto Ser, sem o objetivar. Aborda a ética humana.

O exercício se utiliza – e nutri – a imaginação, apresentada como um “mimo” da criação. O metafórico usado transporta a mente para outras margens não consideradas, as vezes bastante distante do conceitual comum.
Em meio ao caos que isso venha a gerar, ainda que no mais pleno exercício fundamental à mente que é a reflexão sobre o pensamento linear, o novo surpreende e um estado de presença, sem tempo e espaço, é conquistado como experiência e memória.

Com a prática, mais espaço interno é obtido, ideias inusitadas proliferam, outras linguagens da mente  são acessadas, o automatismo diminui e a criatividade transborda na mais exata realização.    

Método: na semana anterior ao encontro, será enviado mensagem com o tema. Dessa forma, poderá haver pesquisa antecipada para agregar conteúdo no dia.  
Os primeiros 10 TEMAS serão os Yamas e Niyamas do Yoga.   

Quem Pode Participar: todos os interessados, praticantes ou não de Yoga. 
Não há compromisso. Mas precisa avisar que estará presente até às 12h do dia agendado para o efeito de melhor organização.  

R$ de Participação:
– praticantes de Yoga no VOR não pagam, mas contribuem com o “coffee break”. 
– convidados: R$ 25.  

SOL COM QUÍRON: ANO NOVO ASTROLÓGICO/2019

Dia 21 de março: Sol conjunção Quíron + Lua cheia

O Ano Novo Astrológico e As Feridas Que Pedem Cura. 

Dia 21 de março, quinta, o Sol alcança o signo de Áries e o ANO NOVO ASTROLÓGICO se inicia.

É Equinócio, dia e noite com igual duração: zerou o cronômetro!

O Planeta Marte e o Orixá Ogum, ambos no papel de guerreiro, iniciam os trabalhos pelos próximos 12 meses.

Mas tem Lua Cheia (em Libra) e Quíron, o “curandeiro ferido”, também na arrancada (conjunção). Quíron influenciará o Sol por todo seu ciclo anual, fazendo da sua luz o meio de levar consciência sobre as feridas emocionais.  

Quíron, (grego; “mão”) é possuidor de farta sabedoria, mas por obra de um Deus que o tornou imortal, cortou-se onde havia veneno e não consegue livrar-se do próprio martírio.

Lembra o dito popular: em casa de ferreiro o espeto é de pau!

Assim, o ano garante força, garra e energia para o trabalho, os novos projetos, até mesmo a colheita a partir de muito esforço e farta vontade. Ao mesmo tempo, todo esse lidar com o mundo, com o outro, provoca por si mesmo o ardido das feridas que carregamos.

Julgar o outro é mais fácil e um tipo de escapismo.

Faça o que precisa ser feito e observe atentamente suas ações para que as consequências sejam também motivo de cura.  Todo julgamento que é feito contem a prerrogativa da discriminação. Discernir não é julgar, onde a primeiro oferece clareza de pensamento, altera a consciência e retira a reatividade.

O que é certo e errado envolve exclusivamente cada pessoa com seus valores, reflexões e grau de sabedoria.  

Vai e luta! Mas não escape as consequências das quais não contava.

A vida não oferece garantias, onde se adaptar é fundamental e não precisa desprezar valores nobres para isso.