Hábitos: não há mal algum!

Desde que se facilite os bons e se dificulte os maléficos, os hábitos constituem o próprio funcionamento da mente – automatiza ao máximo para captar ainda mais.

Ninguém seria capaz de se livrar dos hábitos pois são eles que reafirmam a nossa própria autoidentidade: “não sou ninguém sem café!”.  

Inteligência e consciência, cérebro e mente, residente e domiciliado são composições genéticas tanto orgânicas como etéreas, que agem impulsionando nossas vidas e configuram uma rede de conexões. Por meio dessas ligações os hábitos perpetuam, tanto os bons quanto os maus. Neurônios e Prana retêm informação e fazem da nossa viagem algo mais desperto ou mais sonolento, se não zumbitizado.

No campo da psicologia, os hábitos reafirmam a própria autoidentidade. O “não sou ninguém sem café” mesmo que esteja a tirar o sono  também a noite, o prazer de tal hábito impregnado de você mesmo, da sua personalidade, favorece a tendência de se manter o ciclo habitual. A ressaca no dia seguinte é resolvida com mais café – o mau hábito venceu!

Uma boa maneira para lidar com o modo de funcionamento da nossa cabeça é focar no próprio autodesenvolvimento. Ao flagrarmos um hábito que consideramos mal pois gera consequências que não constam nos objetivos de auto-aperfeiçoamento previamente definido por nós mesmos, dificultemo-lo ao máximo: tira a cafeteira do escritório!

Ao contrário, precisamos dar maior espaço para os bons hábitos, aqueles que já constam na própria genética, inclusive, pois são estímulos naturais.

Dê maior atenção aos pequenos, talvez os sutis hábitos, tanto bons quanto ruins. Podem parecer nada, mas a perpetuação pode ser danosa com efeitos devastadores ou exatamente determinantes para crescimento, amadurecimento e evolução pessoal.

Desperte!

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