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ANO DE 2020: GRANDE MUTAÇAO

O ANO DE 2020 ASTROLÓGICO OFERECE A GRANDE MUTAÇÃO.

Planetas: “Bem juntinhos nos tornamos muito fortes!!”.

Numa conjunção com os mesmos dois
planetas lentos e sociais que mudarão de elemento,
os próximos 200 anos serão de alterações
radicais na vida sobre o planeta.

Greta Thunberg, a ativista “pirralha do ano”, vem exibindo toda sua autoridade capricorniana que elabora boa dose de maturidade emocional. Astrólogos na Internet escrevem que além do Sol, Greta foi agraciada também com a Lua no mesmo signo. Greta, assim, é a própria representante do “Cristo Salvador”, símbolo associado ao signo que já nasce velho, vagaroso e perseverante num caminho bem planejado. Capricórnio não é dado aos meros prazeres mundanos. Capricórnio é contundente.

A Astrologia nos revela o motivo de tamanho engajamento e dimensão mundial que Greta alcançou ao defender brilhantemente a sobrevida humana no planeta.   

A coisa começa em 2017, quando Saturno inicia seu grande ciclo de 36 anos. Planeta regente natural de Capricórnio, Saturno inicia o ciclo no seu próprio subordinado. Com uma órbita lenta, passeia pelos signos e encontra outros planetas pelo caminho. Aproximou-se de Plutão em 2018 que também está em Capricórnio desde 2008 e fica até 2023.

Foi em 2018 que Greta saiu da sala da aula e foi para as ruas: “queremos mudanças: como se atrevem?!!”, palavras plutônicas expressas por uma dupla saturnina.

Em dezembro de agora, 2019, Saturno – e Plutão – encontrou o expansivo Júpiter. Novamente Greta, “a pirralha sueca estressada”, recebeu holofotes e foi eleita a “Personalidade do Ano” pela revista norte americana “Time”, ainda que os Estados Unidos do Trump nem acreditem em mudanças climáticas.

Os efeitos dessas “conjunções” e num mesmo signo – neste caso, Capricórnio – reverberam em toda forma de vida na Terra, incluindo ela própria que também é um organismo. Conjunções intensificam os fluxos energéticos e com a presença de Júpiter não há discriminação daquilo que deve ou não se expandir. O catalizador desse fluxo passa a ser Saturno, “Senhor do Tempo”, pai de Júpiter, por ser o regente do ciclo maior de 36 anos iniciado em 2017.

Isso significa que delimitações, integridade, responsabilidade, planejamento, mudanças, política, instituições, estruturas sociais e geográficas, além dos recursos naturais são itens que criam narrativas, consequências e contestações cada vez mais populosas. Saturno, o pai severo; Júpiter, o pai bonzinho e dito como “Governante da Terra”; Plutão, a morte daquilo que não serve mais, não estão de brincadeira e quem tenta dar manutenção será derrubado.

Mas ainda falta um planeta se unir ao trio e será ele a oferecer a faísca derradeira. Daqui a três meses, exatamente dia 20 de março de 2020, inicia o Ano Novo Astrológico com a entrada do Sol no signo de Áries. Nesta ocasião, o planeta Marte, regente de Áries, também estará em Capricórnio somando-se a conjunção já existente. Áries é a chama e seu regente, Marte, é o Deus da Guerra. Bum!!!

Grande Mutação: início da Nova Era

Ainda que a arrancada do ano novo astrológico esteja sobrecarregada com fortes energias representadas por três planetas sociais e um pessoal (Marte), o mais grandioso evento ainda estar por vir.

observe como são parecidos; invertidos.

Em 21 de dezembro de 2020, a Astrologia Mundial vai chamar de “Grande Mutação”, uma de suas técnicas mais importantes, que consiste em tratar dos dez ciclos formados entre os cincos planetas mais lentos.

O ciclo que acontece nesta data é o de “Saturno-Júpiter” que muda completamente de padrão elemental ao sair de Capricórnio, elemento terra, e entrar no signo de Aquário, elemento AR. O tempero frequencial deixa de ser a austeridade e, no seu lugar, questionamentos e argumentações para um trabalho realmente coletivo e abrangente por todas as camadas sociais.   

A Astrologia classifica os signos por “triplicidade, correspondendo aos quatro elementos da natureza: água, terra, fogo, ar. Os elementos tratam da forma como percebermos as coisas com determinados temperamentos.

Sob o temperamento “terra”, o materialismo prevalece, assim como segurança, estrutura, praticidade, organização e autoritarismo.  Desde 1842 foram nove ciclos seguidos de conjunção “Saturno-Júpiter” em signos do elemento terra.

Mas em dezembro de 2020 inicia-se uma nova fase que dura dois séculos e apresenta nove conjunções Saturno-Júpiter no elemento Ar. Ao contrário do materialismo exacerbado e violento, poderemos desenvolver a cooperação coletiva com a consciência de fazermos parte de uma mesma raça, a humana: nem hinos, nem pátrias, somos todos do mundo.

E Greta chama a todos para uma luta que não se utiliza de armas pois não se deseja a guerra. O tempo é de inteligência e sabedoria para lidar verdadeiramente com a ignorância, a imaturidade emocional e o conservadorismo tosco e egoísta.

Estejamos atentos e fortes; com os pés quentes e a cabeça fria para refletirmos melhor
com outros antes de agirmos, e agirmos de forma certeira.

A conjunção Saturno-Júpiter firmada em exatos graus no dia 21 de dezembro junto ao signo de Aquário com seu elemento Ar, faz jus a chegada da “Nova Era”. Favorece que passemos a enxergar o avanço tecnológico e as redes sociais com suas sombras nefastas, em objetos que favoreçam nossa organização, pesquisas autênticas e ações bem ensaiadas. É preciso reverter a superficialidade em algo mais profundo, virando o jogo de manipulados para manipuladores. Só o intelecto faz isso por meio do conhecimento e do amor.

O assunto é sério. O dever de casa é puxado. Se você constituiu família, mais ainda irá sentir os efeitos do novo ciclo Saturno-Júpiter no elemento Ar que exige a luta.

Boa sorte para nós!   

Sol em leão

Sol em Leão: calor a flor da pele!

Bendito sejam todos os leoninos que emanam o calor frenético da estrela Sol.

Brilhar é o objetivo de ambos e mesmo de qualquer outro signo do Zodíaco que existe por meio do Sol. Porém, é no sinal de Leão que se aplica o refinamento sobre a arte de ser; nem isto ou aquilo, apenas “Ser” em sua natureza que muito tem daquilo que uma boa parcela da humanidade chama de “espiritual”.

O poder de Atman

O discurso de que leoninos são egocêntricos surge por esta razão, sendo um incômodo que jamais existe neles próprios pois intimamente reconhecem. São os outros que produzem neles mesmos a indisposição relacionada ao centrado Leão, o único signo regido pela estrela central do Sistema Solar☀️.

Portanto, seria bom, tal como age os leoninos, que os demais signos resolvessem suas próprias questões relacionadas a organização, disciplina, afeto e criatividade no âmbito do autoconhecimento. Cada qual deve cumprir suas ações mais autênticas, naturais, como aquelas referenciadas pelos arquétipos fornecidos pela Astrologia, por exemplo.

Astrologia é uma maravilhosa ferramenta para o autoconhecimento.

Aquele novelo de lã que parece ser o Mapa Astrológico, aos poucos em uma única linha se transforma.

A correlação que se faz do Mr Ego como uma espécie de apoteose no signo de Leão, além de meme, sua origem vem do conhecimento equivocado sobre as teorias e práticas que desenham a estrutura psíquica do ser humano, sejam elas orientais ou ocidentais.

Sigmund Freud foi quem deu nome aos bois. Chamou de Ego (em alemão ich, “eu”), a entidade psíquica que em conjunto com outas duas, “Id” e “Superego”, age na calada da mente consciente e inconsciente. É na combinação destas três membranas psíquicas permeáveis que vivenciamos e estabelecemos relacionamentos; temos a oportunidade de produzir o estado de felicidade, base de todos os desejos de qualquer humano.

No Tantra (Biopsicologia), o Ego é chamado de “Ahamkara” (“eu que faz”) e tratado como o representante oficial da consciência; é a figura-chave de interação que se utiliza dos órgãos dos sentidos a fim de satisfazer desejos e produzir felicidade. Por isso mesmo, o Ego acaba por também ser um mecanismo de defesa, de autodefesa, diante de tudo aquilo que poderá trazer dor e sofrimento, o oposto de felicidade. Mas ainda assim, os desejos são objetos com muita energia, força; é poço sem fundo. Logo, angústias, medos e ansiedade sinalizam o tamanho da muralha que foi erguida para se evitar os negativos da vida.

Através dos mecanismos de defesa elaborados pelo Ego e seus parceiros inseparáveis, e o quanto estão estruturados em certezas ou verdades absolutas, personalidades frágeis, inflexíveis ou cristalizadas serão exibidas. Isso prejudica infinitamente todo potencial reservado para o devido brilho pessoal, o que leva a se apontar o dedo para fora e surgirem julgamentos de certo e errado.

Impulsos de autodefesa exacerbados cegam e expressam discursos abusivos, controladores, julgadores, ignorantes e até tiranos, sempre com a intenção de reduzir o outro ao próprio tamanho de quem o enxerga: mediano; medíocre. E ainda que Leão possa ser aquele que nutri a consciência, não está fora desse jogo dual.

Por esse aspecto tão emocional – e infantilizado – o Ego está muito mais para os fatores que a Lua rege (as emoções) do que os do Sol. Nossa estrela seria aquilo que o fundador da psicologia analítica, Carl Jung, ele próprio leonino, chamou de “Self”. A biopsicologia (Tantra) chama de “Atman” (“Si Mesmo”), algo como o clamor espiritual que, inclusive, a prática do Yoga revela.

Por analogia, seria como um aquecedor com toda sua estrutura pronta para funcionar, neste caso, Id, Ego e Superego. Ao ser ligado na energia, ou seja, quando o indivíduo é exteriorizado, parido, o calor que emite é o Self que agirá para que a pessoa se mantenha integrada, impulsionando a realização de sua totalidade e individualidade, uma vez que não são duas coisas separadas.

Aprender a controlar o vendaval da mente torna possível gerenciar a relação com o mundo (Ego; Lua; emoções) com mais harmonia e coerência, qualidades não supridas externamente pela sociedade. Desta forma, o Self, Atman, emerge em seu calor e revela encantamento e graça. Mas nem por isso a vida é feita só de alegrias e toda essa baboseira de “pensamento positivo”. É através da sombra e da luz que podemos ver o filme que passa.     

O Ego pode de fato nos levar para o alto da montanha e lá permanecermos sozinhos. Mas sob o calor do Self, a natureza real, a pessoa não se sentirá sozinha.

Viva Leão!! Haja Luz!

Stupa Lima (signo de Leão!)

Viva julho!! (2019)

Viva JULHO!!! O mês chega e nos brinda com o Sol e a Lua brincando diferente de esconde-esconde.  

Serão dois eclipses, solar e lunar, que ocorrem acompanhando a floração da Lua, na nova e na cheia.

Ainda mais espetacular é o fato de que esses eventos ocorrem sobre sinais astrológicos que ecoam em questões fundamentais da qualidade humana: emoções e autoexpressão.

Câncer e Capricórnio são estes sinais, respectivamente, signos que traduzem a digestão e a exteriorização emocional na psique.

Câncer nos leva a um mergulho na nossa intimidade emocional, enquanto Capricórnio a exterioriza impessoalmente e se aproveita das condições submersas ou inconscientes.  

Dia 2 foi a vez do eclipse Solar total e a Lua que fez sombra à Terra estava nova no signo de Câncer. Lua Nova age como um reset e por se tratar do emocional, o antivírus eclipse passou varrendo cada compartimento, a fim de encontrar aquele incômodo soterrado e de cunha familiar, até mesmo ancestral.

Se encontrado algum, ou seja, tomando-se consciência e enfrentando o caso, dia 16 sob a Lua Cheia em Capricórnio, o eclipse Lunar eliminará de vez o arquivo infectado, revelando uma autoexpressão mais genuína.

Passa rápido, é verdade. Já estamos na metade do ano gregoriano. Mas a rapidez é só uma sensação movida por ansiedade e medo do futuro. Até porque, o tempo não está passando mais rápido. Na verdade, segundo a ciência, a cada século nossos dias se tornam 1,7 milissegundo mais longos.

Assim, quando se trata de mágoas, ressentimentos, raiva, ódio, que são emoções que sugam nossa energia vital, bom seria para muitos que Julho passasse voando, ainda que ofereça imensa possibilidade de limpeza e cura ao ativar as batalhas que podem e devem ser enfrentadas em nome da paz de espírito. 

Não é para ser fácil, mas estimulante o momento astral.

Somos, existimos, sabemos que vamos morrer. Nossas decisões permeiam sobre o frágil e as consequências, sejam elas boas ou ruins, partem de nós: somos nós os agentes e não há a quem julgar, recorrer ou colocar a culpa. Diferentes dos chipanzés, reconhecemos passado e desejamos o futuro: o tempo nos pertence para que façamos o melhor uso possível dele, dentro da perspectiva evolutiva da raça humana.

No ambiente mamífero-humano a consciência pede desenvolvimento pelo exercício da reflexão e assunção como agente que somos da totalidade das experiências. Julgar o outro, controla-lo, seria o oposto deste preceito transcendental no ser humano.

Reconhecer que nossas feridas existem e que muitas não são pessoais já que ecoam de muito antes por meio do próprio genoma, é um passo importante sob a inteligência emocional e sob a qualidade como pessoa. 

Até o dia 23 os dias estarão aguados e com o inverno por aqui que oferece natural recolhimento, fugir de si mesmo não se terá muita chance.

Mas aí surge o inusitado impulso de Marte envolvendo Júpiter: ação com expansão a partir de qualquer cura gerada no período anterior. E seguimos, com o Sol em Leão, seu filho querido, que com toda garra numa parceria com Urano a partir de 29 de julho, lança perspectiva iluminada sobre a vida: criar é uma arte onde frustrações e encantamentos são experiências compostas.

Esteja com coragem. Em caso de ondas, surfe!!!

SOL COM QUÍRON: ANO NOVO ASTROLÓGICO/2019

Dia 21 de março: Sol conjunção Quíron + Lua cheia

O Ano Novo Astrológico e As Feridas Que Pedem Cura. 

Dia 21 de março, quinta, o Sol alcança o signo de Áries e o ANO NOVO ASTROLÓGICO se inicia.

É Equinócio, dia e noite com igual duração: zerou o cronômetro!

O Planeta Marte e o Orixá Ogum, ambos no papel de guerreiro, iniciam os trabalhos pelos próximos 12 meses.

Mas tem Lua Cheia (em Libra) e Quíron, o “curandeiro ferido”, também na arrancada (conjunção). Quíron influenciará o Sol por todo seu ciclo anual, fazendo da sua luz o meio de levar consciência sobre as feridas emocionais.  

Quíron, (grego; “mão”) é possuidor de farta sabedoria, mas por obra de um Deus que o tornou imortal, cortou-se onde havia veneno e não consegue livrar-se do próprio martírio.

Lembra o dito popular: em casa de ferreiro o espeto é de pau!

Assim, o ano garante força, garra e energia para o trabalho, os novos projetos, até mesmo a colheita a partir de muito esforço e farta vontade. Ao mesmo tempo, todo esse lidar com o mundo, com o outro, provoca por si mesmo o ardido das feridas que carregamos.

Julgar o outro é mais fácil e um tipo de escapismo.

Faça o que precisa ser feito e observe atentamente suas ações para que as consequências sejam também motivo de cura.  Todo julgamento que é feito contem a prerrogativa da discriminação. Discernir não é julgar, onde a primeiro oferece clareza de pensamento, altera a consciência e retira a reatividade.

O que é certo e errado envolve exclusivamente cada pessoa com seus valores, reflexões e grau de sabedoria.  

Vai e luta! Mas não escape as consequências das quais não contava.

A vida não oferece garantias, onde se adaptar é fundamental e não precisa desprezar valores nobres para isso.   

2019: Marte

Luta é Diferente de Guerra .

– O Ano 2019.

Enquanto que para a Astrologia o ano de 2018 ainda passeia no seu último trimestre, o calendário gregoriano o encerra e isso provoca reações em nós passageiros, como um olhar para dentro, por exemplo.  

Mas a reação comum é “encharcar o bico” para se evitar essa reflexão de fim de ano. Como bem diriam netunianos: “Inferno é a vida sem drogas! ”. Mas aos que ousam lidar sóbrios com o silêncio interior há vantagens. Reconhecer o que deve ser deixado para trás ou mantida a perseverança são questões que favorecem o sentido de renovação de um novo ano que se aproxima.  

2018 segue sob o impulso de Júpiter, o exagerado, enquanto 2019 receberá, a partir de 21 de março, seu filho Marte que além de exagerado como o pai, também é impulsivo e desavisado; faz confusão entre luta e guerra.

Não é boa notícia confusão desse porte pois guerra suspende o diálogo, e sem o outro, as bobagens só aumentam. Quando Krishna no texto hindu Bhagavad Gita diz: – “Vai e lute! Cumpre teu Karma! ”, o contexto reverencia a profunda luta que travamos em lidar com nosso aspecto mais humano que contrapõe o egoísmo. Por isso mesmo – e na maioria das vezes – a luta se transforma em guerra.

Na tentativa de dissolver, digerir e eliminar, os próprios males são expurgados pelo ódio contido na impotência ou limitação de não conseguir resultados de fato transformadores em nós mesmos. A sombra permanece e tende a se expandir cada vez mais. É dela que surge a tirania, a corrosão e as camuflagens cínicas e hipócritas, com bom espaço para transtornos psíquicos sérios, o que já inclui o mau-caratismo. Tudo começou com o medo, o medo de se desbravar.    

Quando a guerra se inicia alcança-se o ponto da degradação humana. A singela consciência é engaiolada, e uma vez néscios, também nos tornamos marginais do nosso próprio espírito.

Por isso é muito importante a reflexão sobre nossa luta ou guerra interior, já que 2019 está sob a insígnia do impulso que age sobre o fluxo das consequências de nossas ações anteriores.

Marte

Marte é o planeta regente de Áries, o primeiro signo da Roda Zodiacal: O que seria da vida sem Áries?!! Simplesmente a Roda não giraria. Áries é da arrancada, onde toda continuidade o deprime: precisa do novo! O impulso ariano que surge da energia de luta de Marte, Senhor do Combate, consolida maior risco de consequências desastrosas. O signo em si é dado como o que mais está propenso a acidentes de toda ordem. A Casa Astrológica que contém o planeta Marte sempre estará repleta de energia para ação. Marte só fica manso quando está em Libra, signo oposto a Áries, onde torna-se diplomático sem perder o sabor da luta por acentuar o desejo por conforto e segurança.

Marte em evidência no Mapa Astral cativa pois é cheio de ferro, elemento contido no sangue, lembrando o fogo da vida. Nesse caso, seu representante arquetípico Áries está para ser a chama do fogo: quem não se atrai por uma?

A internet diz que o recente presidente eleito no Brasil é do signo de Áries. O sempre indiscriminado exagero de Júpiter fez parte disso e de forma contundente conclama todos para a luta.

Qual é sua luta? Seja qual for não a transforme numa guerra.

Mantenha-se inteligente e distante das fantasias que facilmente criamos. A harmonia pessoal é facilitada quando conseguimos fluir por meio de uma combinação de sentimentos e dados.

Peace & Love Ommm

O Poder da Astrologia

O Incontestável Poder da Astrologia.

Por Stupa Lima

A Astrologia, mesmo com 280 séculos sob registros, continua a receber críticas e maledicências, ao mesmo tempo que conquista elogios, respeito e mais adeptos. Misticismo à parte, tal conhecimento da relação macro e microcosmo está perpetuado e caminha ainda feito criança entre nós. Com efeito, esclarece questões da vida pessoal e, assim, libera a alma para a plena dissolução de indesejáveis processos que impedem o desenvolvimento da consciência. Quando se olha para a história da Astrologia, percebemos que o tempo é senhor absoluto da sua nossa trajetória; ousar questioná-lo pode ser extremamente perigoso junto ao avanço evolutivo da coletividade que a Astrologia tem o poder de penetrar com profundidade. Há quem defensa, inclusive, a partir do épico clássico “Mahabharata” (Índia) e do “Livro do Enoque” (Era pré-cristã), que foram extraterrestres os mestres que ensinaram como utilizar a simbologia cósmica para interpretar o funcionamento da raça humana. Sem dúvida, conhecimento valioso esse!!

A palavra “Astrologia” surge há apenas 10 mil anos, na Grécia. Vem de “aster” (estrela), que recebeu da raiz indo europeia “ster” (espalhar), pois entendiam os estudiosos da época que as estrelas se encontravam espalhadas pelo céu a nos guiar. No entanto, pela história das civilizações, o homo sapiens começa a dar forma à atual Astrologia no período conhecido como “Idade da Pedra Polida” ou “Neolítico”, cerca de 2mil anos antes, início da agricultura e domesticação de animais. O sedentarismo ao invés do nomadismo permitiu o ócio criativo, a contemplação, maior observação e registros dos corpos celestes em comunhão com acontecimentos ao redor. De geração em geração, tais conhecimentos são repassados, recebem novos acordes, avançam em estudos, observações e interpretações; há manutenção da reflexão sobre o todo que envolve nossa condição humana consciente. Faz apenas um século que Carl Jung legou o “arquétipos do inconsciente coletivo”, bem como a “teoria da sincronicidade” que se debruça especificamente sobre a Astrologia.

Arquétipos inquestionáveis da humanidade? Onde pode residir evolução nisso?

Lidar com o abrangente conhecimento astrológico está ao alcance de qualquer um, mas vai exigir o exercício em lidar com o imaginário, o sutil e o abstrato. Com a prática, o volume no trânsito de estímulos entre os hemisférios cerebrais aumenta e gera inteligência também emocional. Amadurecemos nesse ambiente que compõe parte fundamental da vida orgânica, ao nutrirmos o intelecto (“buddhi”, em sânscrito) com a reflexão, ou seja, com a capacidade de, aos poucos, deixarmos de ser reféns de modelos pré-estabelecidos para conquistar a libertação. Questionar tais modelos é, desse modo, momento do próprio autoconhecimento, logo, é pertinente e incentivado pela Astrologia: definimo-nos melhor por meio da pré-existência de algo.

A Astrologia, ciência ou não, provoca, altera e fomenta o rumo da vida de bilhões de pessoas. Está nas empresas e governos, junto a donas de casa e executivos de multinacionais. Possíveis críticas à Astrologia, podem estar a morder o próprio rabo de quem as emite, pois, em síntese, tamanho conhecimento milenar apresenta a própria história da evolução do homem. Ao ensiná-lo a refletir sobre modelos que precisam existir para dar suporte a odisseia da vida, desenhar à lápis uma estrada, oferecer margens por onde se possa caminhar com maior segurança, faz do precioso tempo que dispomos, algo espiritualmente construtivo em nós.  

“Viemos girando do nada, espalhando estrelas como pó. As estrelas puseram-se em círculo e nós no centro, dançamos com elas… em torno de Deus, gira a roda do céu. Segura um raio dessa roda e terás a mão decepada”. (Rumi).     

Sobre a Síndrome dos Signos Opostos

Dória, Temer e Trump: Sobre a Síndrome dos Signos Opostos.

As mudanças recentes no poder político de esquerda para direita, embora perigosas, combinam com os movimentos cíclicos de transformação que ocorrem em nossas vidas. Mesmo se assustadoramente radicais, mudanças mostram outros cenários, objetos, alavancam reflexões. Disso, clareiam-se equívocos e se atenua o velamento. Mas pode ocorrer, também, efeito contrário, acentuando as idiotices e os contrassensos, principalmente quando existe aquilo que chamo na astrologia de a “síndrome dos signos opostos”.

Signo é o sinal arquetípico do Sol no momento do nascimento. Cada um de nós recebe um sinal, onde o total de 12 sinais forma os signos do Zodíaco. A providência do Sol é gerar a atitude do Ego em seu caminhar pelo mundo, impulsionando-o sobre o modelo sinalizado. Do Sol, todo o resto do mapa astral irá se converter, estabelecendo a trilha do destino a ser percorrido neste ambiente dúbio que estamos inseridos. Tal quais os planetas do zodíaco pessoal, o Ego, representante oficial da consciência, também está conectado a outros atributos do aparato psíquico sutil do homem. Ou seja, ele não está só! Embora possa equivocar-se, o que faria do sujeito o perfeito idiota.

A idiotice aumentaria se o indivíduo, cego pela própria ignorância em não se enxergar integral, agir pelo sinal solar contrário ao seu natural. Por exemplo, sagitário agir como gêmeos ou libra agir como áries. Como são realidades distintas, o sujeito é levado a acreditar em completude e, indevidamente, nubla o verdadeiro signo. Ocorrendo isto de fato, o veículo torna-se perigoso, fica desgovernado. A falsa apoteose evolutiva desencadeará alto nível de estresse contínuo. Como numa câmara de tortura, a dor aumentará e não se percebe o que a originou. A identidade solar esvai e novas marcas, karmas, são geradas, onde cada encarnação providenciará a dissolução.

Estamos aqui para aliviar a carga e não para colocar mais peso sobre a vida.  

collage

Dória, novo prefeito de São Paulo, possui Sol em Sagitário, signo de natureza profunda, impessoal, “Senhor da Meditação” e “Libertador de Almas”. Escolheu o “marketing”, algo de gêmeos, signo oposto a sagitário. “Sucesso com Estilo” é o título do livro de autoajuda de sua autoria.  

Temer, secundário presidente da república, é do signo de libra. A vaidade deste signo é sua doce fraqueza e o equilíbrio sua maior virtude. Temer entrou calado no governo anterior e de favor. Depois, aceitou fazer parte de algo, no mínimo, sombrio, enfatizando o embate, a batalha, a guerra, aspectos do signo oposto que é áries. Frase de Temer: “Sê-lo-ia minha formação…”

E agora temos o Trump do signo de gêmeos, o mais terrível contra todos os insetos, onde ele determina o que é “inseto”. Na sua viagem sagitariana, signo contrário conhecido por ser “O Exagerado”, tem como profissão “bilionário da construção civil”, ganhou a vida com aquilo que é concreto, sem espírito. Mantém as macaquices de gêmeos, mas as tornam grotescas, porque perdeu a noção de limite. Sua espontaneidade está chula. Agora, presidente dos Estados Unidos, torna-se o mais novo “Bobo da Corte”. Ou seja, sagitário, que sinaliza sorte a abundância, fez do geminiano Trump, um megalomaníaco. O laranja bem podia ser limão, pelo menos alcalinizaria o organismo. Mas seu pronunciamento vem mesmo é causando acidez em bilhões de pessoas. Frase de Trump: “Está congelando e nevando em NY. Precisamos do aquecimento global”.

Esta síndrome é mais comum do que se imagina. Se não reconhecida, existe o risco sobre a verdade solar emergir nas situações mais inusitadas, surpreendendo – e denegrindo – o indivíduo disfarçado. Em geral, a família e as pessoas mais íntimas é que recebem o ônus do persona enojado.    

Podemos nos aventurar a conhecer egoicamente, ambientes distintos aos nossos naturais. Passear por lá não tem qualquer problema, sendo mesmo saudável o reconhecimento do par contrário dentro de si mesmo. Isto até mesmo colabora para evidenciar e fortalecer o autêntico “status quo solar”. Porém, nunca, jamais, deve-se falsear aquilo que o astro-rei nos presenteou.

Os signos opostos são:

Áries–Eu faço / Libra–O Outro; Assiste

Touro–Estabilidade, segurança / Escorpião–Transformação, ocultismo

Gêmeos–Professor, cultura / Sagitário–Mestre, antropologia

Câncer–Família, organismo / Capricórnio–Sociedade, estrutura

Leão–Execução, criação / Aquário–Ideias, invenção

Virgem–Racional, nutrição / Peixes–Espiritual, científico